País
Jovens cada vez mais viciados em redes sociais e a associar mal-estar à internet
Há cada vez mais jovens a revelar que começaram a usar a internet com menos de dez anos. O tempo de utilização também está a aumentar, em particular para redes sociais, pesquisas ou para observação de vídeos, filmes ou tutoriais. Esta é uma das conclusões do mais recente inquérito a jovens participantes no Dia da Defesa Nacional. A participação neste questionário foi voluntária e anónima.
O relatório do Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD), relativo a 2025, apresenta os principais resultados quanto à utilização da internet em geral e às tendências observadas nos jovens que atingem a maioridade.
“Ao longo de uma década de edições deste inquérito, tem-se assistido a um aumento da prevalência de jovens que declaram ter iniciado a utilização da internet com menos de dez anos, no número de horas de utilização diária e nas declarações de experiência de problemas atribuídos à internet”, sublinham os autores do estudo.
Neste inquérito, em cada dez jovens de 18 anos quatro começaram a usar a internet antes dos dez anos (39 por cento). Seis em dez usam a internet durante quatro horas ou mais por dia (60 por cento) e 35 por cento usa duas a três horas.
Perto de quatro em cada dez jovens associam problemas à utilização da internet.
“Ao longo de uma década de edições deste inquérito, tem-se assistido a um aumento da prevalência de jovens que declaram ter iniciado a utilização da internet com menos de dez anos, no número de horas de utilização diária e nas declarações de experiência de problemas atribuídos à internet”, sublinham os autores do estudo.
Neste inquérito, em cada dez jovens de 18 anos quatro começaram a usar a internet antes dos dez anos (39 por cento). Seis em dez usam a internet durante quatro horas ou mais por dia (60 por cento) e 35 por cento usa duas a três horas.
Perto de quatro em cada dez jovens associam problemas à utilização da internet.
“O tipo de problema mais mencionado é o das situações de mal-estar emocional (desmotivação, tristeza, insatisfação, solidão, ansiedade), seguindo-se o menor rendimento na escola ou no trabalho”. Praticamente 100 por cento dos jovens de 18 anos que responderam a este inquérito usam redes sociais.
Depois, 92 por cento dos jovens utilizam a Internet para verem vídeos, filmes e tutoriais, 80 por cento responderam que leem/estudam online e 63 por cento jogam online, sendo que 17 por cento (um a dois jovens em cada dez) investem em jogos de apostas (a dinheiro).
No que diz respeito aos jogos online, quase metade joga, em média, menos de duas horas por dia. Os rapazes tendem a jogar durante mais horas por dia do que as raparigas. “Uma utilização mais intensiva, de 6 horas ou mais por dia, é mencionada por 6% dos jovens” lê-se no relatório.
O Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) conta que, em dez anos de realização deste inquérito, a adesão foi bastante elevada em 2025.
Entre os 88.514 inquiridos, metade é do sexo masculino e a outra do sexo feminino, sendo praticamente todos solteiros.“Nesta análise, destaca-se também a percentagem dos jovens que já iniciaram o ensino superior (37 por cento). Aliás, ao longo dos anos, tem vindo a aumentar a percentagem de jovens que se encontram a frequentar o ensino superior”.
Mais de metade frequenta o ensino secundário, sobretudo o 12.º ano.
Depois, 92 por cento dos jovens utilizam a Internet para verem vídeos, filmes e tutoriais, 80 por cento responderam que leem/estudam online e 63 por cento jogam online, sendo que 17 por cento (um a dois jovens em cada dez) investem em jogos de apostas (a dinheiro).
No que diz respeito aos jogos online, quase metade joga, em média, menos de duas horas por dia. Os rapazes tendem a jogar durante mais horas por dia do que as raparigas. “Uma utilização mais intensiva, de 6 horas ou mais por dia, é mencionada por 6% dos jovens” lê-se no relatório.
O Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) conta que, em dez anos de realização deste inquérito, a adesão foi bastante elevada em 2025.
Entre os 88.514 inquiridos, metade é do sexo masculino e a outra do sexo feminino, sendo praticamente todos solteiros.“Nesta análise, destaca-se também a percentagem dos jovens que já iniciaram o ensino superior (37 por cento). Aliás, ao longo dos anos, tem vindo a aumentar a percentagem de jovens que se encontram a frequentar o ensino superior”.
Mais de metade frequenta o ensino secundário, sobretudo o 12.º ano.
O relatório sobre a Utilização da Internet e Comportamentos Aditivos aos 18 anos encontra-se disponível para consulta pública na página do ICAD.
Este estudo resulta de uma parceria entre o Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD), a Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional e a Direção-Geral de Educação.